| Julho 08 «« 14 anos . ZDB - 25 Oct 2005 : |
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VISITA O NOVO MY SPACE DA ZDB: MY SPACE DA ZDB
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Bem-vindos à ZDB !!! (já vamos nos 14 anos...)
Em meados de Janeiro deste ano, tivemos as portas abertas para os ateliers na ZDB e houve a possibilidade de ver parte do trabalho desenvolvido nas residências de pesquisa e produção visual por António Bolota, Natxo Checa, Rita GT, Luísa Seixas, Eduardo Guerra, Inês Botelho, Mattia Denisse, Gonçalo Pena, João Maria Gusmão, Pedro Paiva, Ivo, Ihosvanny, Carlos Godinho, Kiluanje Hia Henda, Francisco Vidal e Yonamine. Logo depois seguiu a inauguração da exposição individual de João Maria Gusmão e Pedro Paiva, ABISSOLOGIA, que esteve visitável até 13 de Abril, no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional. Este projecto deu origem a outros que têm vindo a ser apresentados pelos artistas em diversas ocasiões como na Photoespaña e no Allgarve.
Em Maio, uma individual de Marcel.lí Antúnez ocupa as instalações da ZDB. Uma série de trabalhos dos últimos quinze anos deste performer e criador catalão.
Estas e outras actividades no âmbito das Artes visuais e performativas estão no arquivo da programação ZDB Artes Visuais e Performativas
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ARTES VISUAIS ==================================================================================================
De 8 de Maio a 12 de Julho
OUTRAS PELES
Exposição individual de Marcel.lí Antúnez
Esta exposição propõe, sob um olhar atento, marcar um ponto de situação no percurso da obra singular de Marcel.lí Antúnez Roca, partindo da ideia de interfaces e camadas do ser humano, tanto na sua relação emotiva como tecnológica - através do recurso a peles simuladas, identidades espelhadas, próteses, ou exoesqueletos.
Podemos destacar na obra de Marcel.lí Antúnez três pontos temáticos: peles, membranas e processos. Frequentemente surgem exoesqueletos e interfaces mecânicos apresentados enquanto peles; várias peças biológicas como as instalações “Agar” e “Metzina” apresentadas enquanto membranas; e desenhos, objectos e outros elementos remetem-nos para os seus processos metodológicos.
Não seguindo uma ordem cronológica, OUTRAS PELES integra desenhos, robótica, arte biológica e sistemas audiovisuais interactivos, cobrindo uma vasta produção da sua obra desde 1994 até a actualidade, reunindo algumas das mais conhecidas instalações do artista, bem como um catálogo videográfico das suas performances mecatrónicas.
No âmbito desta mostra foram produzidas ainda novas peças, cabendo destacar a produção de dois novos trabalhos interactivos: Hipnotoc e Epidermia.
Estabelecendo um roteiro visual e conceptual na compreensão do universo Antuniano, uma série de desenhos que revestem as paredes da entrada e dos dois andares da Galeria.
Paralelamente e integrando desenhos e materiais produzidos para OUTRAS PELES, no final da exposição, será editado um catálogo/livro de artista, bilingue (PT/ES), fruto da colaboração de Marcel.lí com o desenhador gráfico Barbara Says/António Gomes.
Curadoria Natxo Checa
Visitas comentadas à exposição pelo artista e comissário: Quinta-feira 29 de Maio pelas 19h Quarta-feira 11 de Junho pelas 19h
Dia 28 de Maio às 18h30, a propósito da sua exposição OUTRAS PELES, Conferência Transpermia de Marcel.lí Antúnez no auditório do Instituto Cervantes de Lisboa.
Exposição patente de 8 de Maio a 12 de Julho na Galeria Zé dos Bois Quarta a Sexta das 19h às 23h - Sábado das 14h às 23h
Produção | Apresentação:galeria zé dos bois - rua da barroca, 59 - bairro alto - lisboa
contacto:ZDB - t.: + 351 21 3430205
+ info:Marcel.lí Antúnez
Parceiros Institucionais: SEACEXSociedad Estatal para la Acción Cultural Exterior de España, Dirección General de Relaciones Culturales y Científicas del Ministerio de Asuntos Exteriores y de Cooperación de España. Institut Ramon Llull Instituto Cervantes Embaixada de Espanha em Portugal

================================================================================================== ================================================================================================== ZDBDoc Futuro das paredes no Bairro Alto dias 4, 5 e 6 de Julho ==================================================================================================
A ZDB acolhe um encontro informal de três dias no qual se vão trocar ideias sobre o estado actual das paredes do Bairro Alto, contando com a participação de interlocutores de áreas distintas. A paisagem composta pelo tecido edificado do Bairro suscita várias reacções e interesse de moradores, comerciantes, transeuntes, artistas e investigadores. No primeiro fim-de-semana de Julho vamos ouvi-los, juntamente com alguns dos talentos do graffiti e street art da actualidade. Pretende-se fomentar uma discussão alimentada de perspectivas e representações díspares sobre as paredes repletas de tags, graffitis, cartazes e autocolantes, que compõem um pastiche de informação e sinalética, indecifrável para a maioria, mas familiar para alguns.
O programa conta com a projecção de dois filmes elucidativos do panorama do graffiti nacional, apresentações individuais e momentos de debate.
Entrada Livre + info: site
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Abissologia Horizonte de Acontecimentos
João Maria Gusmão + Pedro Paiva
Editado em Inglês e Castelhano pela ZDB – Galeria Zé dos Bois em parceria com La Fabrica editorial e Matadero
João Maria Gusmão + Pedro Paiva são artistas que trabalham em dupla desde 2001 no âmbito da arte contemporânea, que têm vindo a construir um consistente e particular projecto autoral. A sua obra compreende a constituição de um modelo ficcional por via do ensaio, que se repercute em peças criadas em diferentes suportes para contextos expositivos. Actualmente desenvolvem projecto Abissologia, apresentado em diferentes plataformas( PHOTOESPAÑA 08, Madrid; ALLGARVE, Loulé; LA GALERIE-Centre d'art contemporain, Noisy le Sec ; MANIFESTA 7, Trentino), sistematizando questões que o conformam.
A Abissologia, ou a ciência que estuda o abismo, é referente a um neologismo encontrado no livro de Rene Daumal La Grande Beuverie, romance satírico com contornos metafísicos. A descoberta deste termo literário, no contexto da prática artística de João Maria Gusmão e Pedro Paiva, reflecte-se numa nova ficção respeitante a um procedimento experimental. Podemos tratar a Abissologia como uma disciplina ficcional com raízes literárias tão diversas como a poesia materialista de Alberto Caeiro, os Atomistas pré-socráticos, Epicuro e Lucrécio, as descrições de isolamento em câmaras de glaciares naturais relatadas por Michel Siffre, ou ainda, as construções filosófico-literárias edificadas por Nietzsche ou Gustav Meyrink.
Abissologia -Horizonte de Acontecimentos, não sendo um catálogo mas um livro de ensaios, planeia associações decorrentes do pensamento desenvolvido, encadeia-as num registo editorial, permitindo uma maior sistematização da pesquisa literária e filosófica associada à obra de João Maria Gusmão + Pedro Paiva. Editado em duas publicações - Inglês e Castelhano, compreende um conjunto abrangente de textos: - Ensaios originais na área da teoria artística e filosófica por: Teresa Velásquez, curadora; Natxo Checa, coordenador do projecto Abissologia para uma ciência transitória do Indiscernível e curador de Horizonte de Acontecimentos; Marcus Steinweg, filósofo; e pelos próprios autores João Maria Gusmão + Pedro Paiva. - Selecção de um núcleo de textos referenciais dos autores Simon Welfare and John Fairley; Titus Lucretius Carus; René Descartes; John Lock Featuring Isaac Newton; José A. Madeira; R. Potter; David Brewster e Gaspard Monge.
Abissology Horizont of Events /João Maria Gusmão + Pedro Paiva Abissología Horizonte de Acontecimientos /João Maria Gusmão + Pedro Paiva Editados pela ZDB – Galeria Zé dos Bois em parceria com La Fabrica editorial e Matadero.
Mais informação sobre ABISSOLOGIA
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================================================================================================== Artes performativas: JULHO ==================================================================================================
Workshop/Audição com Martim Pedroso: © Martim Pedroso
Martim Pedroso, actor/encenador da nova geração portuguesa, convida estudantes de teatro, dança e música para um Workshop gratuito, onde partilhará as suas principais questões na área da representação cénica e onde iniciará o seu trabalho de pesquisa para a sua nova criação a estrear ainda este ano. O laboratório a realizar com o grupo escolhido centrar-se-á na elaboração de um vocabulário cénico que reúne as experiências individuais de cada intérprete e na construção de um imaginário criativo comum através da filtragem e consciência do intérprete/actor. No final do período do workshop, será feita uma selecção de um grupo de estagiários que se juntará ao elenco da peça.
Dias 2-12 Julho 2008 · 9h30/13h00 na ZDB
Produção Materiais Diversos Materiais Diversos é uma estrutura em residência na Galeria ZDB
================================================================================================== Artes performativas: 18 JULHO ==================================================================================================
THE CURATOR’S HOUSE
fase II do projecto “A Oportunidade do Espectador” de Rogério Nuno Costa
Sexta-feira dia 18 de Julho, no Aquário da ZDB_ Sessão Pública
Onze cobaias, um curador, três observadores, uma comissão de avaliação, doze pensadores júnior, oito pensadores sénior, um produtor, sete espectadores especializados, um circuito interno de televisão, um site, várias câmaras, um dogma, várias salas, um confessionário, várias queixas, um psicólogo, uma lista de tarefas, uma lista de compras, onze projectos artísticos, onze projectos de vida, várias acções terroristas, uma exposição de arte mais ou menos contemporânea, uma acção de (de)formação, uma silly season party, uma tatuagem, a instauração de uma nova religião, um mestre de torturas, muitos detractores especialmente contratados para dizer mal, e um talk-show. THE CURATOR’S HOUSE é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com a realidade terá sido pura coincidência. Qualquer semelhança com a ‘sua’ realidade, não. BIG CURATOR IS WATCHING YOU!!!
A Oportunidade do Espectador é o projecto de dimensão curatorial que se segue à conclusão da trilogia 'Vou A Tua Casa' e respectivo 'Projecto de Documentação', propondo um desenvolvimento das questões levantadas por esses projectos num modelo artístico transdisciplinar, e envolvendo uma componente teórica e de investigação a par de uma outra de cariz performativo. Ao longo das três fases geográficas do projecto (Torres Vedras, Lisboa e Porto), terão lugar várias acções como workshops e conferências, passando por sessões de esclarecimento e show cases dos projectos convidados, assim como outros modelos aproximação a grupos específicos de espectadores. Paralelamente, um grupo de pensadores e de investigadores será incumbido de estabelecer um diálogo com as questões conceptuais que o projecto levanta, produzindo materiais que serão compilados num catálogo final. “A trilogia 'Vou A Tua Casa' propôs, ao longo de quatro anos de trabalho (2003-2006), uma implicação e responsabilização do espectador perante o objecto “performado”(...). Este novo projecto surge com o intuito de dar ao espectador do 'Vou A Tua Casa' (...) a oportunidade de tomar o controlo do processo evolutivo da performance; foi assim seleccionado um grupo de espectadores (...) para participar no projecto 'Oportunidade do Espectador' na qualidade de artistas, investigadores, teóricos, críticos, produtores, performers ou simplesmente observadores especializados. Foi igualmente proposto um modelo de workshop (realizado em 8 cidades diferentes), de forma a que outras pessoas, não tendo assistido a nenhuma performance, pudessem tomar contacto com o projecto (...) na condição de “espectadores potenciais especializados”. Destes, escolhi um grupo que acabou por passar também para o projecto 'A Oportunidade do Espectador'. Todos estes participantes têm construído uma espécie de versão pessoal do 'Vou A Tua Casa', para tal submetendo um projecto individual (que não tem necessariamente que ser “artístico”) às regras contidas no documento:'Dogma 2005', de minha autoria. A dimensão curatorial deste projecto prende-se com a evidência de que o meu papel (como responsável pela globalidade do projecto) se centra mais na organização programática de uma série de possibilidades discursivas que emergem do 'Vou A Tua Casa', e menos num qualquer modelo de trabalho mais “criativo”. Na verdade, trata-se aqui de propor uma plataforma multi-disciplinar de pensamento que visa responder a várias questões e hipóteses que têm na figura do espectador e na sua responsabilização/participação, logo, na sua “ética”, o seu alicerce basilar. Ao longo dos vários módulos de intervenção, serão debatidas e discutidas questões relativas à ética do observador, à estética relacional, aos limites da liberdade artística, à imposição de regras/obstruções performativas como forma de se atingir uma nova ordem de liberdade/expressividade, às idiossincrasias do trabalho de colaboração, à crítica/análise/recepção de obras artísticas na sociedade contemporânea, ao arquivo e documentação, ao estado “gasoso” das artes e respectiva efemeridade, etc. O objectivo primordial desta “oportunidade” que está a ser dada ao “espectador” é, portanto, reflectir sobre a condição autoral do criador em relação à obra criada: de que maneira é que o mesmo mantém em relação ao projecto apenas e só a “condição autoral”, e de que maneira é que o espectador mantém a “condição de espectador”, mesmo sendo ele a “criar”. Por outras palavras, dar relevo à herança de Duchamp, que reforçou de forma notável o papel criador/criativo do olhar do espectador: “Para assistir a uma obra de arte, o espectador tem que ser igualmente criativo”. Cada participante definirá, consoante as idiossincrasias do seu projecto pessoal, as linhas orientadoras pelas quais quererá reger o seu processo. De igual modo, será ele também a definir a natureza da sua apresentação (se existir), assim como os respectivos formatos e formalizações. Comum a todos os projectos será, contudo e apenas, a submissão às regras do já citado documento “Dogma 2005”. Rogério Nuno Costa
“Regra 18. Ah! E nada de mistérios! Diz tudo o que há para dizer. E di-lo de uma forma rápida, concisa e simples. Nada de esconder pormenores, desfragmentar narrativas, deturpar a cronologia ou criar ilusões espácio-temporais. Antes de seres artista, és jornalista, a quem coube comunicar um evento de uma maneira de tal modo simples, que até a velhinha de Cascos de Rolha (que não foi à escola), irá perceber. Lembras-te do ‘Quem, Onde, Quando, Como, Porquê, Para Quê? ’ É isso.” [in “O Dogma 2005 explicado às crianças”]
QUERES SER UM ESPECTADOR ESPECIALIZADO?
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BLOG VOU A TUA CASA
'DOGMA 2005'
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THE CURATOR’S HOUSE CURADOR_ Rogério Nuno Costa OBSERVAÇÃO PUNITIVA_ Nelson Guerreiro GRAFISMO_ Diogo Machado DOCUMENTAÇÃO_José Luís Neves PARTICIPANTES "NÍVEL UM"_ Daniela Reis | Hugo Lureiro | Katinka Prignietz | Katja Fillmann | Alexandre Sampaio PARTICIPANTES "NÍVEL DOIS" _Joana Vaz | Cristiana Rocha | Dinis Machado | Joana Campos Silva | Artur Félix | Natascha Moschini ...e ainda um grupo de pensadores/observadores e uma comissão de avaliação totalmente formada por espectadores "especializados", escolhidos por candidatura.
Sessão Pública: Sexta-feira dia 18 de Julho, às 22h no Aquário da ZDB Rua da Barroca nº 59 Lisboa Reservas e informações :213430205 ou reservas@zedosbois.org
A Oportunidade do Espectador tem o apoio da direcção-geral das artes/ministério da cultura.
================================================================================================== NEGÓCIO « Maio /Julho residência para criação Apresentações dias 24, 25, e 26; 29, 30 e 31 de Julho às 21:30 ==================================================================================================

Na sequência do trabalho que o NEGÓCIO tem desenvolvido com base em residências para criação nas artes performativas, está a decorrer desde finais de Maio, uma residência de criação para o novo espectáculo de Duarte Barrilaro Ruas.
'O homem anti-gravitacional é uma aventura solitária acerca de uma viagem psicadélica exploratória ao Arquivo de Deus. Através da ingestão de diversas drogas e poções mágicas, este homem irá conseguir flutuar através do espaço e do tempo, e introduzir-se sub-repticiamente no interior do Arquivo do próprio Deus, enquanto entidade criadora do Mundo e gestor dos acontecimentos, e irá tentar mudar factos passados e originar outros no futuro, numa perspectiva temporal não linear. Pode dizer-se que este trabalho é uma experiência sobre o amor, e mais concretamente sobre o amor de si mesmo. Como amar o outro e a si mesmo? Respostas a esta e outras perguntas só serão possíveis através de diálogos entre o próprio Deus e o Homem Anti-Gravitacional.'
Esta criação conta com a colaboração de Laurent Simões (vídeo e ‘ciber-manipulações’), ‘Mestre’ David Alves Mendes (cenário) e Jorge Bragada (caracterização).
A presente residência tem o apoio da GDA-Gestão Dos Direitos dos Artistas.
+ info: Blog Sir. Barrilaro + info: My space + info: you tube
O HOMEM ANTI-GRAVITACIONAL de Duarte Barrilaro Ruas Dias 24, 25, e 26; 29, 30 e 31 de Julho às 21:30 (5ª, 6ª e Sábado; 3ª, 4ª e 5ª) NEGÓCIO R. de O Século nº9 porta 5 Reservas: tel 21 343 02 05 ou reservas@zedosbois.org
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João Maria Gusmão / Pedro Paiva HORIZONTE DE ACONTECIMENTOS
Comissariada por Natxo Checa, João Maria Gusmão e Pedro Paiva propõem para PHotoEspaña 2008 na sala Abierto por Obras de Matadero Madrid, uma exposição fundamentada na hipótese da existência de um corpo celeste situado num lugar de uma órbita interplanetária. A mostra, destinada a perfilar uma metafísica de lugar, reúne uma série de trabalhos recentes formulando possibilidades para a compreensão de um suposto planeta que se revela pela sua sombra.
Matadero Madrid - Paseo de la Chopera 14 | 28045 Madrid
De 6 de Junho a 28 de Agosto. De Segunda a sábado das 11h às 21 horas. Domingos das 10h às 15 horas. Entrada Livre.
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João Maria Gusmão / Pedro Paiva ARTICULAÇÕES
'A intervenção de João Maria Gusmão e Pedro Paiva nas Mina de Sal-gema, em Loulé, no âmbito exposição Articulações, constitui-se como mais um tomo do projecto Abissologia inaugurado com a exposição recentemente realizada na Cordoaria Nacional, em Lisboa. O desafio é, a um tempo, simples e complexo: trata-se de tornar materialmente concretas algumas das questões que consubstanciam o projecto Abissologia. Para tal, propomos uma descida ao interior da terra, a trezentos metros de profundidade, lá onde o tempo se mede em unidades que em muito transcendem a vida de cada um daqueles que visita ou trabalha naquele lugar. Este enorme espaço em negativo, de cujas paredes escuras brotam alvas estalactites de sal e onde podemos avaliar o movimento milenar da terra, dá a ver, indiscernivelmente, a quem fizer a experiência desta exposição, a superação do tempo físico remetendo-nos, enquanto seres, para um horizonte de irredutível materialidade de onde foi expurgada qualquer sombra de transcendência. Nas galerias em quadrícula pombalina da Mina, poderemos visitar em apresentação inédita o Museu Abissológico, um conjunto de objectos recolhidos e produzidos no âmbito da investigação do projecto Abissologia, para além de filmes em 16 mm e de instalações especificamente concebidas para o espaço. João Maria Gusmão e Pedro Paiva, que trabalham em dupla desde 2001, têm vindo a construir um sólido e idiossincrático projecto autoral que tem merecido ampla atenção crítica, quer a nível nacional quer internacional.'
Comissário: Nuno Faria | Produção: Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto. Até 7 de Setembro. Visitas guiadas: Sábados às 11h00. Marcação obrigatória: +351 289 400 880 + Informação: Allgarve - Mina Campina de Cima, Loulé, Fábrica da Cerveja, Faro
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Banquete Patrícia Portela
 Estreia Nacional: Sábado dia 31 Maio às 20H. Até terça dia 3 Junho Festival Alkantara Palácio da Ajuda
05 de Junho às 20H no Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha
14 de Junho às 20H no Centro Cultural de Vila Flor Guimarães
Imaginem que somos convidados a celebrar o fim da Humanidade enquanto conceito sociológico e politicamente complexo, carregando milhares de anos de História mal resolvida às suas costas. Imaginem ainda que, simultaneamente, celebramos a primeira geração de clones para os quais contribuímos com o nosso DNA e as nossas memórias ao participar neste Banquete. Clones que serão o futuro “homo-narrationalis”. Um novo Homem Emocional, com uma enorme database de informação histórica, política, cultural e sociológica, mas sem qualquer ligação, empatia ou envolvimento pessoal a qualquer facto do passado. Um Homem consciente da ficcionalidade das suas origens e memórias. Um Homem com a possibilidade de começar de novo, de agarrar uma segunda hipótese. Estaremos preparados para tomar esta decisão, o último salto da Humanidade num modelo desconhecido? Banquete é um projecto transdisciplinar onde performers, videastas, um designer de som, cientistas entrevistados e uma chefe de cozinha constroem, em conjunto, uma performance/ambiente. Este evento é simultaneamente um jantar, um espectáculo, um ambiente inesperado, um concerto estranho e um debate penetrante sobre clonagem, imortalidade e memória. Um pianuter (piano geneticamente modificado) dará início ao ambiente do banquete, oferecendo uma multiplicidade de atmosferas através de mudanças subtis e minimais, fazendo viajar o som de mesa em mesa, e de regresso ao seu piano.
texto, conceito & cenário patrícia portela | design sonoro & música christoph de boeck | chef annick gernaey | intérpretes live e audio célia fechas, sara gebran, tonan quito, yukiko shinozaki / saori miyazawa, anton skrzypiciel | desenho de luz zé rui | imagem vídeo entrevistas leonardo simões | vídeo tapete irmã lucia efeitos especiais | montagem entrevistas els van riel | construção do cenário koen raes | lay out menu christelle fillod | melancolia & pesquisa stef franck | pesquisa portugal nuno branco, antónio saraiva | direcção técnica cláudia rodrigues | software e técnico de som fabrice moinet | direcção de produção leen driesen | assistente de produção marie-helène hellebout | apoio produção executiva hélio mateus | tour management campai vzw | bruno heynderickx & eva nunes www.campai.be | produção deepblue (be) and prado (pt) | co-produção vooruit (be), buda kortrijk (be), alkantara (pt), zdb (pt) | em colaboração com bozar (be) | subsidiado por ministério da cultura / direcção-geral das artes (pt), vlaamse gemeenschap (be) | Apoios. Van Innis (BE), Grottes de Sel (BE), Colruyt (BE), YUZU (BE) Nong Cha tea shop Brussels (BE), Ginjinha de Obidos (PT) Bolo Chabom (PT), Hospital Santa Maria (PT), AÈME (PT), Portugal Gourmet (PT), TAP Portugal (PT), Nutricafés SA (PT) Bráz & Bráz (PT), Artisani gelado artesanal (PT), GNR Ajuda (PT), Palácio Nacional da Ajuda, Força Motriz (PT), Casa Ermelinda de Freitas (PT), Adega Cooperativa de Borba (PT)apoio a residências teatro viriato (pt), wpzimmer (be) | agradecimentos a entrevistados prof. dr. joão lobo antunes (pt), prof. francisco varatojo (pt), prof. lourenço azevedo (pt), dr. vasco santos, prof. franck raes (be), prof. van cawenberge, prof. jean jacques cassiman, prof. jean paul van bendegem, ann meulders, lieve driesen | agradecimentos helena serra, sofia machado, patrícia costa, miguel machado, steven brys, ludo engels, els van riel, nicole de boeck e todos os voluntários pela ajuda indispensável | apoio apresentação em lisboa ministery of culture of the flemish community
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Coisas Maravilhosas Criação 2008 de Tiago Guedes.

Estreia Nacional: 5 e 6 Junho 2008 21h Festival Alkantara, Grande Auditório da Culturgest
13 Junho 2008 • 21h30 Teatro Viriato Viseu
“Faz já dois anos que enviei ao Tiago um pequeno vídeo de Egyptian Reggae, música mítica de Jonathan Richman. Era a brincar, aquele género de links que enviamos em momentos perdidos. Mas nesse pequeno vídeo Tiago encontrou uma porta de entrada para trabalhar sobre algo de que andava à procura, material coreográfico em contextos inusitados. Rapidamente compreendi que este vídeo ‘saltitão’ iria contaminar todo o processo de trabalho da nova peça que estava a nascer. O projecto de origem parecia agora longe, antes falava-se de matérias a esculpir, agora de palmeiras e de camelos a dançar. O foco parecia romper com a ideia de “bom gosto” e de ambiente sério. Nada de realmente claro para dizer a verdade, mas uma vontade lúdica de romper com um discurso obrigatório e formatado (esse das expectativas quando os coreógrafos se tornam ‘sérios’) tentando agarrar a tangente da ‘ligeireza’. (...) Como os seus estranhos exploradores que dançam ao meio da cenografia cintilante, ele semicerra os olhos para ver melhor, melhor trabalhar os detalhes. Eles procuram algo no vazio do palco... coisas maravilhosas. Compreendi pouco a pouco que ele chegou finalmente a algo que tinha previsto, talvez sem o saber, talvez indirectamente escolhendo inúmeros desvios. É nesta paisagem desértica e pop, de dunas movediças, que não sabemos bem onde estamos. Reconhecemos formas, que pensamos ser improváveis e longínquas: cabarés, Béjart, Nijinsky, Cunningham, Herzog, discursos místicos dos anos 70...À saída da estreia no Vivat (1 de Fevereiro 08, Armentières, França) ninguém parecia ter visto a mesma coisa. Ainda não sabemos onde se situa Coisas Maravilhosas, a que distância na paisagem da dança contemporânea. Tentemos ver juntos.”
Direcção Artística Tiago Guedes. Dança Cecília Bengolea, Denis Robert, François Chaignaud, Inês Jacques, Marlene Freitas Assistente de Direcção Artística Pietro Romani Cenários e Figurinos Carla Freire, Cypress Cook Desenho de Luz Caty Olive Sonoplastia Sérgio Cruz Acompanhamento Vocal Pedro Teixeira (Portugal), Lucy Grauman (Bruxelas), Inês Jacques Produção Materiais Diversos Agradecimento especial Joris Lacoste, Florent Delval, Giovanni di Domenico, Pakyan Lau Co-produção: Culturgest, Lisboa, Portugal • Festival Vivat La Danse!, Théâtre Le Vivat, Armentières, França • ARCADI – Action Régionale pour la Création Artistique et la Diffusion, île-de-France, França • Théâtre L'L, Bruxelas, Bélgica • Galeria ZDB, Lisboa, Portugal • Festival Alkantara, Lisboa, Portugal • O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo, Portugal Apoios: RE.AL, Atelier RE.AL • Teatro Viriato • MAC Cosmetics Projecto financiado por Direcção-Geral das Artes e Ministério da Cultura.
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«Mai 68 L'Affiche en Heritage» Michel Wlassikoff Editions Alternatives
Esta semana a Livraria Ler Devagar na ZDB destaca um álbum de excelente qualidade gráfica sobre os cartazes do Maio de 68, organizado pelo historiador, professor e comissário de exposições Michel Wlassikoff, já célebre pelas inúmeras obras publicadas sobre o grafismo e a comunicação visual. Através da irrepreensível qualidade das reproduções, da significativa variedade de cartazes apresentados e das agudas análises de Wlassikoff, o álbum oferece um olhar inédito sobre a produção estética excepcional da época e atesta em definitivo que ela é um precioso legado que constitui um património estético e cultural maior do século XX. Pelas cerca de 200 reproduções, apresentadas de forma cronológica, passam os acontecimentos de Maio de 68 e os seus numerosos actores. O álbum contém ainda um retrato muito vivo da aventura dos «Ateliers Populaires», ilustrado com raras fotografias sobre o seu funcionamento e dinâmicas de trabalho criativo.
 Livraria direccionada essencialmente para arte e pensamento contemporâneos. De quarta a sábado das 18h às 00h rua da barroca 57 . bairro alto . 1200 - lisboa . portugal. 21 347 03 36.
================================================================================================== ================================================================================================== Serviço educativo ZDB
O Serviço Educativo ZDB é gratuito para os Alunos das escolas públicas primárias pertencentes ao Agrupamento Vertical da Baixa Chiado. 1200 alunos assistem ao longo do ano lectivo em carácter de continuidade às exposições organizadas pela ZDB.
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Programação ZDB Artes Visuais e Performativas Anterior ==================================================================================================
VISITE O NOVO MY SPACE DA ZDB:MY SPACE DA ZDB
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O Centro Regional da Segurança Social de Lisboa apoia a ZDB A ZDB é uma estrutura que usufrui de apoio financeiro da Direcção-Geral das Artes. A zdb é uma estrutura membro da REDE- Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea . ================================================================================================== As actividades da Associação Zé dos Bois, salvo as promovidas pelo Serviço Educativo, são indicadas para maiores de 16 anos. ==================================================================================================
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