| Outubro 08 «« Aniversário 14 anos . ZDB - 25 Oct 2005 : |
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Bem-vindos à ZDB !!! (já vamos nos 14 anos...)
Em meados de Janeiro deste ano, tivemos as portas abertas para os ateliers na ZDB e houve a possibilidade de ver parte do trabalho desenvolvido nas residências de pesquisa e produção visual por António Bolota, Natxo Checa, Rita GT, Luísa Seixas, Eduardo Guerra, Inês Botelho, Mattia Denisse, Gonçalo Pena, João Maria Gusmão, Pedro Paiva, Ivo, Ihosvanny, Carlos Godinho, Kiluanje Hia Henda, Francisco Vidal e Yonamine. Logo depois seguiu a inauguração da exposição individual de João Maria Gusmão e Pedro Paiva, ABISSOLOGIA, que esteve visitável até 13 de Abril, no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional. Este projecto deu origem a outros que têm vindo a ser apresentados pelos artistas em diversas ocasiões como na Photoespaña, no Allgarve e na Manifesta.
Em Maio, uma individual de Marcel.lí Antúnez ocupou as instalações da ZDB. Uma série de trabalhos dos últimos quinze anos deste performer e criador catalão.
Estas e outras actividades no âmbito das Artes visuais e Performativas estão no arquivo da programação ZDB Artes Visuais e Performativas
Já em Setembro inauguram as individuais de André Cepeda e Patrícia Almeida....
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ARTES VISUAIS ================================================================================================== ==================================================================================================
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Portobello é o título de um projecto de fotografia realizado ao longo de várias visitas ao Algarve entre 2005 e 2007. Partindo de uma abordagem documental da fotografia, Portobello explora o fenómeno do turismo de verão e o imaginário iconográfico a ele associado, cuja promoção institucional baseada em técnicas de marketing aborda a ideia de território em termos de « lugar-marca ». Um lugar para estar, não para habitar ou visitar, mas para experimentar, consumir durante uma ou duas semanas. Ou, para citar o slogan do Ministério da Economia e da Inovação: «Allgarve. Ready for lifetime experiences? ». A escolha do título Portobello procura assim retomar a ideia de « lugar-marca », transpondo-a para lugar sem referências muito precisas, pode ser o Algarve, bem como poderia ser a costa espanhola ou grega, ou brasileira... Um lugar fictício e parcialmente ficcionado. A intenção é que o título funcione como uma marca e evoque um imaginário exótico genérico à semelhança de nomes de cidades ou regiões (reais e fantasmeadas) como "Florida", "Acapulco", "Tahiti", "Riviera" ou "Éden". Estes nomes, geralmente associados a uma ideia de natureza virgem, paradisíaca, utópica, são igualmente presentes no imaginário colectivo como referências historicamente datadas (os anos 1980) enquanto nomes de discotecas, de bares, de hotéis ou de cocktails. Portobello apresenta-se assim como um lugar à beira da ficção, simultaneamente real e inventado, uma espécie de ‘parque temático’ sem temática, mas ancorado num imaginário colectivo relacionado com as férias e construído a partir de estereótipos. Enquanto projecto documental, apresenta-se também como um ensaio fotográfico sobre a forma como os fluxos de ocupação temporários gerados pelo turismo de verão influenciam a construção da identidade de um lugar. Às imagens do Algarve que ilustram os guias turísticos e as páginas de Internet das câmaras municipais ou das agências de viagem, Portobello contrapõe fotografias que procuram estabelecer um diálogo com a cultura popular do turismo de massas. Em vez dos tradicionais barcos de pescadores, das típicas chaminés e igrejas rurais, encontram-se raids de solteiras irlandesas que surgem mascaradas num bar, tatuagens apanhadas no sobressalto de uma T-shirt, engates de uns minutos no meio da confusão, casais pré-adolescentes, mãos presas no elástico da calça de banho da namorada, rapazes de torsos nus que mostram a vitalidade da sua juventude numa pose segura, drag queens que animam a noite de um bar para toda a família onde pais e filhos assistem juntos a uma versão transexual da Branca de Neve, discotecas vazias com o pessoal a preparar a noite que vem com as luzes de projectores a funcionar para o vazio. Portobello procura olhar para uma realidade sem cair no discurso propagandístico da indústria do turismo nem numa visão depreciativa que tende a julgar estes fenómenos com ironia ou cinismo. Finalmente, o projecto insere-se numa prática artística que utiliza a fotografia não tanto nas suas possibilidades plásticas ou picturais mas numa perspectiva onde a componente documental, sem deixar de existir, carrega também um olhar (poético, crítico ou político) sobre uma realidade « tal » como ela existe ou seja, tal como ela se « apresenta e representa » a si própria. A publicação do livro de fotografia Portobello está actualmente prevista para Outubro de 2008. Mesmo que o livro se distancie do dispositivo de exposição (sendo o livro aqui entendido como objecto de arte autónomo e não como catálogo), ele permitirá dar a ver os ambientes que constroem a identidade do projecto Portobello.
Patrícia Almeida
+ INFO E MAQUETE DO LIVRO EM: ZDB/PORTOBELLO

Nestes últimos anos tenho feito vários projectos em que o meu espaço de trabalho é a paisagem contemporânea Portuguesa. Escolhi a câmara de grande formato, 4X5 inch, porque para além da precisão e do rigor técnico, tem um processo de trabalho lento. Este método de trabalho é determinante na selecção e construção das imagens e no envolvimento que tenho com o que vou fotografar. Obriga-me a olhar mais que uma vez, a saber esperar, a estudar a luz, a ter que tomar decisões e a repensar a imagem.
Estou sempre a tentar construir novas formas de olhar para a realidade e para o espaço que me é apresentado. Procuro essencialmente os espaços e os momentos esquecidos ou rejeitados. Coisas que nos pertencem e que estamos habituados a olhar. Isso interessa-me na exacta medida em que me obriga a criar uma imagem e relacionar-me com o seu espaço tentando esquecer a sua história e contextos de recepção originais. Concentrando-me apenas na luz, no espaço e no tempo, sinto-me mais livre para criar novos contextos para as imagens, como se este tratamento quase escultórico lhes devolvesse uma dignidade aparentemente esquecida ou negligenciada. E assim, estas imagens tornam-se momentos que propiciam uma reflexão mais alargada sobre o modo como construímos a nossa identidade cultural e social.’
André Cepeda Porto, Fev. 2007
EXPOSIÇÕES PATENTES NA GALERIA ZÉ DOS BOIS ATÉ 8 DE NOVEMBRO DE QUARTA A SEXTA DAS 19H ÀS 23H, SÁBADOS DAS 14H ÀS 23H ZDBRUA DA BARROCA Nº 59 LISBOA
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ARTES PERFORMATIVASNEGÓCIO ==================================================================================================
DE 22 DE SETEMBRO A 14 DE OUTUBRO _ RESIDÊNCIA PARA CRIAÇÃO DE 15 A 25 DE OUTUBRO ÀS 21:30 _ APRESENTAÇÕES

ILHAS
Teatro do Vestido
Sete anos após o seu primeiro trabalho apresentado na Galeria Zé dos Bois, o Teatro do Vestido volta a colaborar com a ZDB. Através de uma co-produção que envolve residência e acolhimento no NEGÓCIO, teremos oportunidade de assistir à sua 10ª criação: ILHAS.
ILHAS é uma dramaturgia original do Teatro do Vestido, de acordo com as características do trabalh desenvolvido pelo colectivo desde a sua fundação – a companhia trabalha exclusivamente textos originais, construídos com base em diversos pontos de partida. Ilhas é um projecto de pesquisa e criação no qual nos propusemos investigar um tema que não é necessariamente geográfico, que é cultural, científico, literário. Quando dizemos Ilhas dizemos entre outras coisas tudo aquilo que nos torna ímpares, únicos, isolados, sozinhos, juntos – falar de Ilhas é necessariamente falar de pontes, de arquipélagos, de formas de viajar de umas para as outras, e também de desencontros, de atrasos e de falhas de comparência. Cruzamos neste projecto referências, autores, ideias, a partir de um percurso que cada criador organizou em cinco capítulos, cujos títulos são já uma declaração de intenções dramatúrgicas - por exemplo: Afogamento; Nuclear; Apocalipse; Um Medo; Esquecimento, Morte e Escuridão; Êxodo; O Passado é todo ele Arquipélagos; Os Insectos; O Inverno; A Paixão.
"Mas a minha pobre e velha ilha ainda está por redescobrir e por rebaptizar. Ainda não apareceu correctamente em nenhum livro." (Elizabeth Bishop)
Ilhas é projecto que reflecte em toda a sua construção/ criação a procura de um aprofundamento do nosso processo colaborativo, e o nosso questionamento constante acerca do mundo e das coisas em geral. O processo de Ilhas tem-nos levado a procurar e a encontrar ligações entre assuntos e personagens que nos inquietam, que nos questionam e que nos impelem a procurar essa relação que sempre procuramos em tudo o que fazemos – perguntando-nos a cada momento qual a nossa relação com os materiais que propomos e qual o seu contributo para a redefinição de quem somos hoje, do que queremos hoje e, claro, do mundo que desejamos. Partindo do princípio de que a política existe em tudo, esta é a nossa forma de a fazermos. Com este teatro coisa que fazemos. E este processo de o fazer.
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Ilhas Teatro do Vestido Criado em colaboração e interpretado por: Gonçalo Alegria, Joana Craveiro (Direcção), Simon Frankel, Tânia Guerreiro Produção: Sandra Carneiro _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ _ Projecto financiado pela Direcção-Geral das Artes / Ministério da Cultura Projecto co-produzido por Festival Escrita da Paisagem; Galeria Zé dos Bois Apoio Bomba Suicida, FX, Câmara Municipal de Lisboa _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ _
NEGÓCIO Rua de O Século nº 9 porta 5. Programação Marta Furtado | Técnica Cristiano Rodrigues Nunes e João Almeida | Comunicação Sónia Abrantes | Imagem Tiago Borges |Acolhimento Luísa Sol |Manutenção Maria Emília Pereira _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
15, 16, 17 e 18_22, 23, 24 e 25 de Outubro (4ª a sábado) às 21:30 Entrada: 7,5 € Reservas Tel. 21 343 02 05 ou reservas + info: site ZDB + info: site Vestido
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Setembro no NEGÓCIO
Dias 17, 18, 19 e 20; 24, 25, 26 e 27 às 21:30
O DECISIVO NA POLÍTICA NÃO É O PENSAMENTO INDIVIDUAL, MAS SIM A ARTE DE PENSAR A CABEÇA DOS OUTROS
 Victor Oliveira
MALA VOADORA
Na sequência da colaboração entre a ZDB e a Mala Voadora, em Setembro apresenta-se no NEGÓCIO o espectáculo O DECISIVO NA POLÍTICA NÃO É O PENSAMENTO INDIVIDUAL, MAS SIM A ARTE DE PENSAR A CABEÇA DOS OUTROS (DISSE BRECHT).
Neste projecto pretendem explorar-se o "espectáculo" como puro entertainment, tal como é entendido no âmbito de muitas das práticas performativas e audiovisuais dirigidas às massas, e o "espectáculo" como recurso de persuasão, tal como é entendido no âmbito da performance política.
Optou-se por utilizar alguns dos grandes discursos políticos da história, cujo conteúdo foi determinante em relação ao que tem vindo a ser o destino do mundo (ou de Portugal em particular): Salvador Allende, Yasser Arafat, Chiang Kai-Shek, Winston Churchill, Álvaro Cunhal, Dalai Lama, Charles De Gaulle, Josef Estaline, Fidel Castro, Patrick Henry, Imperador Hirohito, Adolf Hitler, Muhammar Kadhafi, Vladimir I. Lenine, Martinho Lutero, Martin Luther King, Nelson Mandela, Mao Tsé-Tung, Benito Mussolini, Napoleão I, General Patton, Yitzhak Rabin, Oliveira Salazar, Andrei D. Shakarov, Shimon Peres, Mário Soares, Elizabeth Stanton, Aung San Suu Kyi, Leon Trotsky (e, agora, um hit dos Beatles). Mas como é de retórica que se trata, e como não há discursos políticos sem retórica, os discursos utilizados foram equiparados e justapostos independentemente do que julgamos ser a pertinência ou a perversidade de cada um. É precisamente a sedução comunicativa de que pode ser dotado uma qualquer proposição (designadamente as proposições perniciosas ou as ingenuamente revolucionárias) que o espectáculo visa. No que se refere aos discursos, pretende-se que o espectáculo, por um lado, afirme a impossibilidade de ausência de retórica (impossibilidade que se torna particularmente evidente sempre que o público se identificar com os discursos proferidos) e, por outro, evoque o perigo de uma relação entre o exercício político e o eleitorado reduzida à sedução produzida pela retórica.
Entre o verdadeiro e o falso, ideologia e publicidade, emoção e verosimilhança, líderes políticos e personagens fictícias, entre a representação in situ e o multimédia, o espectáculo visa ilustrar a ideia de que, citando Brecht, "o decisivo na política não é o pensamento individual, mas sim a arte de pensar a cabeça dos outros".
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Direcção: Jorge Andrade Colaboração: Pedro Gil Vídeo: Itziar Zorita Agirre Com: Jorge Andrade Cenografia: José Capela Luz: João d'Almeida Som: Isabel Novais e Hugo Franco Assistência: John Romão _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ Projecto financiado pela Direcção-Geral das Artes / Ministério da Cultura Projecto co-produzido por: Citemor, Galeria Zé dos Bois, MUGATXOAN 2008 _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _
NEGÓCIO Rua de O Século nº 9 porta 5. Dias 17, 18, 19 e 20; 24, 25, 26 e 27 de Setembro às 21:30 Entrada: 7,5 € Reservas Tel. 21 343 02 05 ou reservas@zedosbois.org
+ info: site ZDB + info: Blog Mala
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A ZDB foi convidada a intervir no âmbito de um encontro internacional que reuniu esta semana no Belize, na Image Factory Art Foundation, artistas e curadores de América Central e do Caribe
landings 9 the forum
landings is a regional contemporary art development project organized from Belize, publicly manifesting itself through 9 distinct exhibitions and 1 forum. landings/1st took place in Conkal, Mexico in May 2004, followed by Mérida, Yucatan; Santiago de los Caballeros, Dominican Republic; San José, Costa Rica; Washington, DC; Havana, Cuba and Taipei, Taiwan. landings 9 the forum will be held at the Image Factory Art Foundation in Belize City from August 25 to 29, 2008. the forum will involve lectures, discussions and debates regarding the circumstances, status, and future of the visual arts from the Central American and Caribbean regions. The central goal of the forum is to come to a greater understanding of the cultural orbit we are moving around early in the 21st century. It will also be the discussion point for preparing the final landings action, the landings 10 exhibition in January 2009 at the Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo (MEIAC), Badajoz, Spain. Some twenty artists, curators, museum directors, writers and journalists have been invited to participate in landings 9. Their involvement in the forum will evolve into a landings 9 catalogue to be published in mid-November 2008.
+ info: image factory + info: landings project
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Em Agosto os bois foram pastar para o Caribe, mas a ZDB não ficou vazia e acolheu em residência artística Yonamine, Christelle Gualdi e o colectivo Tous des Ours.
Este último colectivo de artistas franceses produziu uma série de serigrafias e várias instalações na montra do aquário. Ficam algumas imagens das instalações que animaram a montra da ZDB em Agosto.
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Abissologia Horizonte de Acontecimentos
João Maria Gusmão + Pedro Paiva
Editado em Inglês e Castelhano pela ZDB – Galeria Zé dos Bois em parceria com La Fabrica editorial e Matadero
João Maria Gusmão + Pedro Paiva são artistas que trabalham em dupla desde 2001 no âmbito da arte contemporânea, que têm vindo a construir um consistente e particular projecto autoral. A sua obra compreende a constituição de um modelo ficcional por via do ensaio, que se repercute em peças criadas em diferentes suportes para contextos expositivos. Actualmente desenvolvem o projecto Abissologia, apresentado em diferentes plataformas (PHOTOESPAÑA 08, Madrid; ALLGARVE, Loulé; LA GALERIE-Centre d'art contemporain, Noisy le Sec; MANIFESTA 7, Trentino), sistematizando questões que o conformam.
A Abissologia, ou a ciência que estuda o abismo, é referente a um neologismo encontrado no livro de Rene Daumal La Grande Beuverie, romance satírico com contornos metafísicos. A descoberta deste termo literário, no contexto da prática artística de João Maria Gusmão e Pedro Paiva, reflecte-se numa nova ficção respeitante a um procedimento experimental. Podemos tratar a Abissologia como uma disciplina ficcional com raízes literárias tão diversas como a poesia materialista de Alberto Caeiro, os Atomistas pré-socráticos, Epicuro e Lucrécio, as descrições de isolamento em câmaras de glaciares naturais relatadas por Michel Siffre, ou ainda, as construções filosófico-literárias edificadas por Nietzsche ou Gustav Meyrink.
Abissologia -Horizonte de Acontecimentos, não sendo um catálogo mas um livro de ensaios, planeia associações decorrentes do pensamento desenvolvido, encadeia-as num registo editorial, permitindo uma maior sistematização da pesquisa literária e filosófica associada à obra de João Maria Gusmão + Pedro Paiva. Editado em duas publicações - Inglês e Castelhano, compreende um conjunto abrangente de textos: - Ensaios originais na área da teoria artística e filosófica por: Teresa Velásquez, curadora; Natxo Checa, coordenador do projecto Abissologia Para Uma Ciência Transitória do Indiscernível e curador de Horizonte de Acontecimentos; Marcus Steinweg, filósofo; e pelos próprios autores João Maria Gusmão + Pedro Paiva. - Selecção de um núcleo de textos referenciais dos autores Simon Welfare and John Fairley; Titus Lucretius Carus; René Descartes; John Lock Featuring Isaac Newton; José A. Madeira; R. Potter; David Brewster e Gaspard Monge.
Abissology Horizont of Events /João Maria Gusmão + Pedro Paiva Abissología Horizonte de Acontecimientos /João Maria Gusmão + Pedro Paiva Editados pela ZDB em parceria com La Fabrica editorial e Matadero.
Mais informação ABISSOLOGIA
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Theatre in Theory 1900-2000 Org. David Krasner (Emerson College) Blackwell
Theatre in Theory 1900-2000, com chancela da Blackwell, é o destaque desta semana da Ler Devagar na ZDB. Trata-se de uma impressionante recolha de textos teóricos que marcaram o teatro e as artes performativas no século XX. Pela primeira vez, está disponível em livro, através de uma cuidada edição, um muito representativo corpus de teorias teatrais e dramatúrgicas, proveniente de um leque diversificado de disciplinas e tradições (estéticas, culturais e políticas). Outro motivo de interesse prende-se com o facto de esta diversidade de pontos de vista abarcar actores, escritores, universitários, encenadores e teóricos das artes dramáticas e performativas, o que realça a riqueza e a solidez dos estudos sobre teatro desde o início do século XX. O ardor dos campos em luta na estética teatral fica assim bem espelhada em Theatre in Theory 1900-2000. É um livro que se vai tornar indispensável como fonte de estudo e de reflexão para todos os que não se contentam em «ir ao teatro», mas também, e sobretudo, em pensar sobre ele e, com ele, o próprio mundo.
 Livraria direccionada essencialmente para arte e pensamento contemporâneos. De quarta a sábado das 18h às 00h rua da barroca 57 . bairro alto . 1200 - lisboa . portugal. 21 347 03 36.
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================================================================================================== Serviço educativo ZDB
O Serviço Educativo ZDB é gratuito para os Alunos das escolas públicas primárias pertencentes ao Agrupamento Vertical da Baixa Chiado. 1200 alunos assistem ao longo do ano lectivo em carácter de continuidade às exposições organizadas pela ZDB.
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Programação ZDB Artes Visuais e Performativas Anterior ==================================================================================================
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O Centro Regional da Segurança Social de Lisboa apoia a ZDB A ZDB é uma estrutura que usufrui de apoio financeiro da Direcção-Geral das Artes. A zdb é uma estrutura membro da REDE- Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea . ================================================================================================== As actividades da Associação Zé dos Bois, salvo as promovidas pelo Serviço Educativo, são indicadas para maiores de 16 anos. ==================================================================================================
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