| Julho 09: Aniversário 15 anos . ZDB - 25 Oct 2005 : |
 ================================================================================== ================================================================================== Consultar CONCERTOS em  ATENÇÃO ESTAMOS A SER PONTUAIS !!! ================================================================================== ==================================================================================
ESTAMOS A COMEMORAR OS 15 ANOS ZDB
Bem-vindos à Associação Zé dos Bois!!!
A ZDB é uma Associação Cultural sem fins lucrativos, criada em 1994 por iniciativa civil, com o objecto de promover a criação contemporânea, a produção, pesquisa e laboratório, e a difusão de objectos artísticos. No centro do Bairro Alto, constitui um pólo cultural essencial para o exterior, destacando-se pela produção, curadoria e apresentação de exposições de Artes Visuais; pela implementação do NEGÓCIO com residências, co-produções e programação regular de Artes Performativas; pela acção do Serviço Educativo ZDB com a comunidade local escolar; e pela afirmação no tecido cultural do país da ZDBmüzique com cerca de 4 concertos semanais (100 sessões ao longo do ano) acompanhamento artístico, residências e distribuição de conteúdos para outros locais do país.
Estas e outras actividades no âmbito das Artes visuais e Performativas estão nesta página e no arquivo da programação ZDB Artes Visuais e Performativas
==================================================================================
==================================================================================
Até 1 de Agosto: CICLO KENNETH ANGER

Toda a informação e programação do ciclo Kenneth Anger em: ciclo
De 4 de Maio até 1 de Agosto de 2009, a ZDB apresenta um evento alargado dedicado ao realizador norte-americano - Kenneth Anger.
Este evento reunire, excepcionalmente, um conjunto de artistas e ensaístas nacionais e internacionais, em torno da sua obra. Sob formatos diversificados, inclui a apresentação retrospectiva da obra do cineasta, a realização de uma exposição de artes visuais, conferências, e a concretização de performances e concertos.
Lançada pela ZDB, esta iniciativa, à qual se associam como parceiros a Fundação de Serralves e a Cinemateca Portuguesa, toma, como condição inicial, que este seja um acontecimento catalisador de periferias de sentido, garantindo um lugar de excepção a este autor.
Durante a semana de 4 a 9 de Maio – período inaugural e momento de maior concentração do evento - as actividades têm lugar entre Lisboa e Porto, dividindo-se entre a ZDB, a Cinemateca Portuguesa e a Fundação de Serralves.
A programação e curadoria deste evento interdisciplinar foram comissariadas por Natxo Checa, assistido por Miguel Ferrão; Sérgio Hydalgo e Marta Furtado. Com assistência na consultoria de Benjamin Bréjon, Marco Pasi, Hugo Canoilas e António Rodrigues.
*
Centrado na obra de um dos mais salientes autores do século XX, o Ciclo Kenneth Anger atenta à exploração da sua influência nos mais diversos espectros culturais. A obra de Kenneth Anger caracteriza-se pela contundência do seu percurso, intimamente ligado a uma imagética hermética. Assumindo-se como mago-cineasta, é no filme, encarado como superfície de fusão da sua paixão pela magia e culto da luz, que Anger estabelece um compósito de fascínio, envolvimento e hipnose. Construído em torno da industria de Hollywood e, sobretudo, dos seus rumores - dos quais os dois volumes de Hollywood Babylon (vol. I, 1965 e vol. II, 1984) são a afirmação – o corpo de trabalho de Kenneth Anger eleva-o para lá do que poderia ter sido um percurso vincado apenas nas décadas de 50, 60 e 70, catapultando-o para um estado de permanência activa, através de uma produção espaçada mas contínua, e da incursão por novos projectos ao longo da sua extensa carreira. A sua obra, marcada pela contundência das imagens e pela clara polarização dos conteúdos, fez-se preencher de momentos de excepção, conjugando na película o que de mais oculto se estabelece na relação entre o homem, as forças naturais e a inevitabilidade de uma linguagem mediada por símbolos. Assumindo que Kenneth Anger se foca na visão demoníaca de uma parcela de tempo, quase espontânea e reactiva, é num momento de viragem - a última versão de Lucifer Rising (1966-80), que esta visão se terá expandido, tornando-se em última instância, mais divina e perene. O tempo nas obras de Kenneth Anger - o tempo distendido entre o sonho e a hipnose - que já Fireworks (1947), o primeiro filme oficial do cineasta (conotado com o momento em que este se terá declarado publicamente como adepto do sistema de auto-análise de Aleister Crowley), convocava, traz para o cinema um contexto alquímico de transformação derradeira, de redenção mística pelo fogo, e de exaltação da crença no homem que se supera por estas vias nos seus domínios animal e intelectual. Com um modelo narrativo baseado na análise comparativa de mitos, religiões e rituais - com uma preponderância de apropriação de símbolos ligados à Abadia de Thelema – é na criação de um sistema complexo de relações que a obra de Anger sustenta um impulso gerador de reconstruções imediatas da realidade, incidindo assim no carácter transformador do mago. Conotada com um certo anacronismo relacionado com as técnicas de realização que apresenta, o uso singular da música destaca-se na sua obra, incidindo na sincronização com as imagens, absolutamente intencional e amplificadora de sentidos. Neste sentido é de salientar a revisão contínua que o realizador fez aos seus filmes partindo das bandas sonoras, alterando, sempre que necessário, o entendimento do visível, quer com a introdução de novas imagens, quer com a reordenação pontual dos conteúdos prévios. Se a imagem activa o processo inebriante que percorre a obra de Anger, a música contextualiza-a e oferece-lhe diversos níveis de entendimento. Não sabemos se Kenneth Anger será hoje o mesmo que, questionado por Vasco Câmara em 1993, afirmou a sua crença pelo passado como algo que “não morreu”; a ser, este ciclo deverá confirmá-lo.
Ciclo Kenneth Anger Um evento em parceria com a Fundação de Serralves e apoio da Cinemateca Portuguesa.
Curadoria: Natxo Checa | Assistente de curadoria: Miguel Ferrão | Programação: Marta Furtado e Sérgio Hydalgo | Consultoria: Benjamin Bréjon, Hugo Canoilas, Marco Pasi |Produção: Joana Botelho, Inês Castaño, Paulo Queiroz | Comunicação: Daniela Ribeiro | Técnica: Cristiano Nunes | Imagem Gráfica: Sílvia Prudêncio | Manutenção: Maria Emília Pereira | Montagem: Yuri Cheban, Dragos Ceban, Feodor Ulinici.
Agradecimentos: Galerie Guido W. Baudach, The Breeder Gallery, Galerie Klosterfelde, British Film Institute, Galerie Jan Mot, Nosbaum & Reding - Art Contemporain, Galeria Caroline Pagès, Contemporary Fine Arts Galerie GMBH, Anne Schwarz (CFA - Berlin), António Rodrigues (Cinemateca Portuguesa), Manuel Rodrigues (Cinemateca Portuguesa), Fundação de Serralves, Cinemateca Portuguesa, Manuel Cardia, Alex Reding, Nadia Gerazouni, Erwin de Muer, Pierre Hecker, Christian Lebrat (Paris Experimental), Pedro Gomes (GAU), Tiago Miravent, Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), Direcção Geral das Artes (DGARTES), Lisboa Plaza Hotel, Rafael Pereira e Francisco Petrucci.
Fundação de Serralves Rua D. João de Castro, 210 4150-417 Porto Serralves
Cinemateca Portuguesa Rua Barata Salgueiro, 39 1269-059 Lisboa Cinematca
================================================================================= =================================================================================
PROGRAMA DE ARTES VISUAIS
INAUGUROU 8 DE MAIO NA GALERIA ZÉ DOS BOIS ESTÁ PATENTE ATÉ 1 DE AGOSTO
Estrela Brilhante da Manhã - Bright Morning Star

Exposição colectiva internacional de artes visuais, apresentada na Galeria Zé dos Bois, reúne excepcionalmente, um conjunto de artistas que, numa abordagem alargada do espectro experimental, manifesta tangências interpretativas com o corpo de trabalho de Kenneth Anger: John Bock, Manuel Ocampo, Jonathan Meese, Jannis Varelas, Joachim Koester, Alexandre Estrela, Markus Selg, António Poppe, Brian Butler, Tamar Guimarães e ainda o próprio Kenneth Anger. Centrado na obra de um dos mais salientes autores do século XX, o Ciclo Kenneth Anger atenta à exploração da sua influência nos mais diversos espectros culturais. Após uma retrospectiva exaustiva da sua obra cinematográfica, que pudemos ver recentemente na Cinemateca, salientando a contundência do seu percurso e numa ligação íntima com uma imagética hermética, estabelece-se agora, a vontade de localizar um entrosamento, a propósito da obra de Anger com propostas de outros artistas.
Os trabalhos presentes em Estrela Brilhante da Manhã integram um vasto ideário composto por diversas mitologias, manifestam uma visão demiúrgica ou revelam uma proximidade tangencial à obra do Mago-cineasta.
A exposição sugere um percurso iniciático pondo, num primeiro plano, a evidência dos fantasmas do humano. Acedemos a narrativas mediúnicas, manifestações xamânicas, construções simbólicas, figurações híbridas que sublinham o constante sentimento metafísico que o homem experiencia na sua busca incansável pelo absoluto.
Num segundo plano, como qualquer viagem iniciática exige, as referências exteriores inicialmente disponíveis são abandonadas, tomando outras orientadas pela magia, pelo rito e pela tradição hermética, apontando ao despojamento, abrindo caminho à introspecção.
A exposição Estrela Brilhante da Manhã faz desse tempo de contacto o seu conteúdo, absorvendo uma das nomeações que Fernando Pessoa avança a propósito d’A hora do Diabo: “Sou a Estrela brilhante da Manhã (…) corrompo mas ilumino”.
Estrela Brilhante da Manhã, exposição patente na Galeria Zé dos Bois até 1 de Agosto, de 4ª a sábado das 15h às 23h.
Ciclo Kenneth Anger: Estrela Brilhante da Manhã De 4 de Maio a 1 de Agosto de 2009. Galeria Zé dos Bois Rua da Barroca, 59 1200-047 Lisboa t. 00351 213420205 ZDB Toda a informação e programação do ciclo Kenneth Anger em: ciclo
================================================================================== ================================================================================== ==================================================================================
Junho | Julho no NEGÓCIO
================================================================================== ==================================================================================
Residência para criação de 10 a 30 de Junho no NEGÓCIO
Apresentação de 1 a 11 de Julho, de quarta a sábado entre as 22h e as 23h no NEGÓCIO
vazio do teatro

projecto teatral
[Gonçalo Ferreira de Almeida, Helena Tavares, João Rodrigues, Maria Duarte, André Maranha]
A ZDB colabora pela primeira vez com o Projecto Teatral na criação da sua nova peça Vazio do Teatro. Esta co-produção implica a residência para criação durante um mês e apresentação do resultado no NEGÓCIO. Projecto Teatral é um colectivo com um extenso percurso que se caracteriza por um depuramento da imagem, uma sobriedade desarmante e pelo constante questionamento radical das noções tradicionais da criação artística/teatral.
projecto teatral
Criado em 1994, Projecto Teatral é uma estrutura de criação de vocação independente. Vencedor do prémio Acarte/Maria Madalena Azeredo Perdigão 2003, apresentou ao público espectáculos como As Troianas, de Jean Paul Sartre (1994, CCB), Ciclo Inconsular - Tríptico (1996, CCB), As Criadas, de Jean Genet (1997, Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul), Dissidências (1997, Cordoaria Nacional, Torreão Nascente), Para ser Cantado sobre as águas (1998, Antiga Fábrica Sidul), [Mesa] Notas sobre o Deserto (2000, Escola de Dança do Conservatório Nacional), Imaginação Morta Imaginem (2001, Cadeia das Mónicas), O Sabão, de Francis Ponge (2002, Teatro Nacional D. Maria II), Teatro (2003, Goethe Institut); Bouvard e Pécuchet (2004, Cantina Velha do Museu de Mineralogia), Édipo em Colono (2004, Hospital Miguel Bombarda), Transiberiano (2005, Instituto Superior de Agronomia). Estufa (várias fases entre 2005 -2007), LION NOIR (2008, S Luiz-Festival Alkantara).
Vazio do Teatro De 1 a 11 de Julho De Quarta a Sábado entre as 22h e as 23h.
NEGÓCIO. Rua de O Século nº 9 porta 5 www.zedosbois.org Tel. 21 343 02 05
================================================================================= ================================================================================= Julho às Quartas ================================================================================= =================================================================================
CINEMA NO TERRAÇO ZDB
Em Julho, a ZDBMüzique apresenta todas as quartas-feiras, às 22h00, sessões de cinema no nosso recém inaugurado Terraço. Serão exibidos quatro documentários cujo universo gravita em torno da música.
A ZDBMüzique é um espaço privilegiado de exposição que de forma transversal, se une pela transgressão, subversão e capacidade de acrescentar novas perspectivas de entendimento em torno de propostas sonoras. Dentro desta óptica este ciclo complementa-a, com um leque mais abrangente de possibilidades de descobertas artísticas. Os filmes que o compõem enformam-se pela sua narrativa (seja de contornos políticos, biográficos, ou artísticos), pela originalidade de recursos ou apenas pelos músicos que retratam.
No caso de PROTESTING THE DIXIE CHICKS - primeiro documentário que vos apresentamos, realizado por Christopher Fleeger, ele próprio membro de diversos projectos musicais como Barnwave - não é o percurso pelo underground que nos motiva a apresentá-lo, mas antes a audácia da vocalista ter dito o que queria, eventualmente na altura errada. Inseridas num dos mais prolíficos meios musicais americanos, a música country, as DIXIE CHICKS foram ostracizadas pelo seu próprio público por assumirem a sua opinião. E se estas miúdas tiveram a coragem de dizer em alto e bom som é porque certamente cabem aqui, neste ciclo que agora vos apresentamos.
Programação Daniela Ribeiro com apoio de Sérgio Hydalgo | Apoio técnico Cristiano Rodrigues Nunes e Nuno Moreira | Comunicação Daniela Ribeiro | Acolhimento Inês Castaño, Miguel Ferrão e Paulo Queiróz |Manutenção Maria Emília Pereira | Imagem gráfica Sílvia Prudêncio
Agradecimentos Christopher Fleeger, Dário Dinis, Joana Gusmão, Manuel Poças, Matt Wolf, Nestor Frenkel, Nuno Monteiro, Nuno Sena, Sofia Mora. Um agradecimento especial ao Teatro Praga.
Galeria Zé dos Bois – Terraço. Rua da Barroca, 59 Lisboa Entrada: 2 € Reservas Tel. 21 343 02 05
+info sobre o programa e sinopses dos filmes: ZDBMUZIQUE
================================================================================= ================================================================================= De 20 a 24 de Julho na ZDB ================================================================================= =================================================================================

AADK
Aktuelle Architektur der Kultur
Abraham Hurtado, Jochen Arbeit, Vania Rovisco e convidados
A Galeria Zé dos Bois acolhe Abraham Hurtado, Vania Rovisco e Jochen Arbeit, para a apresentação alargada de várias acções da AADK. AADK- Aktuelle Architektur der Kultur - é uma plataforma em constante mutação de trabalhos criados e projectados por um grupo de artistas que partilha a mesma visão através de uma estrutura que suporta as suas próprias necessidades mas que também mantém relações com outros criadores.
Ao longo de dois dias de programação (23 e 24 de Julho- 5ª e 6ª), AADK vai apresentar na ZDB várias acções entre concertos, performances e instalações. O público terá ainda oportunidade de assistir ao processo de criação a decorrer na Galeria nos três dias antecedentes às apresentações finais (20, 21e 22).
Usando o olho vertebrado como correspondência figurativa Aktuelle Architektur der Kultur representa a visão; Backdoor é a córnea transparente; Bridge on a Wall a retina sensível na parte de trás do olho; Force Quit a íris ajustável e Stupid Green a lente de foco cristalina.
BACK DOOR começou em Janeiro de 2009, movido pelo desejo de trazer para galerias atmosferas ligadas a estereótipos da vida nocturna (Djs, Vjs). Trata-se de uma festa/ instalação, que transforma o espaço e altera o ambiente, usando dispositivos e acções activadas pelos foliões. Convidados: Darling James & Falling Doubts, Dj Arruinado, Dj Erre
BRIDGE ON A WALL é uma colaboração entre Abraham Hurtado e Vania Rovisco. Dois criadores na área das artes performativas com diferentes noções de estética que colocam questões próprias e improvisam em tempo real - o corpo enquanto instalação: a sua ocupação no espaço e no tempo. Desde 2008, têm apresentado diversos trabalhos na Galeria Tristesse Deluxe em Berlim. Para a ZDB Abraham e Vania convidaram vários colaboradores entre os quais: Alexandre Azinheira, Sónia Baptista, Marlene Freitas, Joao Gridfonte, Kotomi Nishiwaki, Pedro Pires, Mariana Tengner Barros, Marcus Rovisco
FORCE QUIT é uma plataforma através da qual projectos pontuais são apresentados. Aberta a membros da AADK e a qualquer artista com necessidade de uma associação, é uma espécie de estrutura que suporta trabalhos independentes. Na ZDB, FORCE QUIT será Soundscapes 3, um projecto de Jochen Arbeit com Kazike- construtor de sintetizadores analógicos modulares ORANGOTANGO - VOLTAGE CONTROLLED SOUND-. Soundscapes 3 parte da tarefa e desafio de criar um fórum aberto para que artistas sonoros partilhem os resultados da sua pesquisa num espaço público. Na ZDB promove-se um encontro entre dois sistemas distintos de criação sonora. Os resultados serão imprevisíveis, únicos e efémeros.
STUPID GREEN é uma colaboração entre Jochen Arbeit e Vania Rovisco. É um projecto interdisciplinar, internacional, com base em Berlim, que começou em 2006 criando uma plataforma para transportar processos de criação, fazendo colidir música e performance. Tem apresentado diversos trabalhos pela Alemanha, Portugal e Bélgica. dd/mm/aa Europa, é o título de uma performance musical de Stupid Green, encomendado este ano pelo Festival BAU BOOM CRASH em Jena, Alemanha, em comemoração dos 90 anos do movimento Bauhaus. Para a ZDB, convidaram Margarida Mestre, David Maranha e Franceso Dillon, num trabalho que aborda o acto da falha e do colapso.
PROGRAMA
2ª, 3ª e 4ª: 20, 21, e 22 de Julho. Das 20h as 23h Processo criativo Bridge on a Wall Live Installation Vanessa Rato é convidada a acompanhar o processo criativo.
Quinta 23 de Julho Das 20h às 23h. BRIDGE ON A WALL . Live Installation Abraham Hurtado, Vania Rovisco e: Alexandre Azinheira, Sónia Baptista, Cláudio da Silva, Joao Gridfonte, Kotomi Nishiwaki, Pedro Pires, Mariana Tengner Barros, Marcus Rovisco
23h. STUPID GREEN . Art project Jochen Arbeit, Vania Rovisco e Margarida Mestre. David Maranha e Franceso Dillon,
Sexta 24 de Julho 22h. FORCE QUIT. SoundScapes Jochen Arbeit e Kazike
23h. BACK DOOR . Party Happening. Com Darling James & Falling Doubts, Dj Arruinado, Dj Erre
Entrada Programa Quinta, Sexta e Processo Criativo: 12€ Programa Quinta: 8€ Programa Sexta: 8€
Reservas e informação: 213430205 reservas@zedosbois.org
Abraham Hurtado É graduado em Artes performativas e realizou vários workshops em dança contemporânea com Lloyd Newson / DV8 Physical Theater, Jordi Cortés Molina, David Zambrano, Nigel Charnock e Meg Stuart. Enquanto intérprete tem colaborado desde 1996 com diferentes companhias e criadores como La Fura dels Baus, Jordi Cortés Molina, Sol Picó, Nigel Charnock, Francisco Camacho, Carlota Lagido e Meg Stuart / Damaged Goods em diversos projectos. É criador de várias peças como ‘Bipolar’ (2007) apresentada no Festival Intimate Strangers; e ‘I WAS THERE’ peça de grupo para o Mercat dels Flors, Barcelona e Festival Temps D’Images, Portugal; sendo as suas obras mais recentes: ‘Die KÔrper Ohne Uns’ (O Corpo sem nós -2009) e ‘The Postponed Project’ (2009).
JOCHEN ARBEIT Em 1980 em Berlim fez parte do movimento musical " Geniale Dilettanen” que teve raízes no punk-rock e Dada. Em 1992 tornou-se membro do influente grupo "Die Haut" com quem tocou pela Europa e outros locais. Participou em discos e concertos tendo colaborado com inúmeros músicos como: Nick Cave, Debbie Harry, Kim Gordon, Arto Lyndsay, Lydia Lunch, Jeffrey Lee Pierce, Kid Congo Powers,Alan Vega, Anita Lane, Mick Harvey, Blixa Bargeld. Com Alexander Hacke fundou o grupo Berlinense de estilo country "Jever Mountain Boys". Nos anos noventa foi dono do mediático clube "EX und POP", e desde então tem participado em grupos como “Martin Dean" (onde foi vocalista), e “Richard Ruin", com o pintor Martin Eder, com quem tem apresentado trabalhos em Berlim e Nova York. É membro actual do grupo"Einstürzende Neubauten"
VANIA ROVISCO Concluiu o curso de intérpretes do Fórum Dança em Lisboa, em 2000. Em 2001 foi estudante convidada do Centre Chorégraphique National de Montpellier, orientado por Mathilde Monnier. Nesse mesmo ano começou a colaborar com Meg Stuart/Damaged Goods, para a criação de ALIBI, depois em “Visitors Only“, REPLACEMENT“ e “It´s Not Funny“. Também colaborou em projectos de improvisação como ‘Revisited’ e Impressions’. Co-criou com Sam Louwyck a peça "A Song from Down Under". Dirigiu movimento de peças de teatro como “Peça Alter Nativa” de António Simão e A MÃE de Gonçalo Amorim. Com Hans Demulenare colaborou em ‘No Titles but Layers’. Tem colaborado em diversas performances e participado em filmes como ‘Dédale’ (Pierre Coullibeuf 2009)
================================================================================= ================================================================================= Ciclo Kenneth Anger ================================================================================= =================================================================================
Segunda dia 22 de Junho às 19H na ZDB:
Conferência / Apresentação Olivier Schefer
« Somnambules et zombies : politique et esthétique du déplacement »

Integrando as actividades do Ciclo Kenneth Anger e como complemento à exposição ESTRELA BRILHANTE DA MANHÃ, na próxima Segunda-Feira dia 22 de Junho pelas 19h, Olivier Schefer apresenta a conferência «Somnambules et zombies: politique et esthétique du déplacement».
Conferência com projecção de imagens, dedicada à estética contemporânea do intermédio e do transitório. Fazendo convergir as temáticas da ciência magnética do séc. XVIII, a hipnose do séc. XIX, a Land Art e a filmografia de série B, Olivier Schefer foca-se no deslocamento e na invisibilidade presenciados em corpos sonâmbulos ou seres ‘zombies’. Tomando como exemplo o ritual congolês Obeah, Schefer aborda a questão do mágico no processo de zombificação.
Olivier Schefer é professor de estética, filosofia e arte na Universidade Sorbonne (Paris 1). Trabalha sobre o Romantismo e as suas implicações modernas. Esteve presente na ZDB em Setembro de 2007, no ciclo de conferências e debates realizado no âmbito da exposição Transitioners de Société Réaliste. Publicações recentes:“Os corpos dos retorno” (Acto #9, 2009), “Variations nocturnes” (Vrin, 2008), “Anish Kapoor: To Darkness: Svayambh” (Fage, 2007), “Les corps du retour” (Zombies) (Fresh Theorie, Ed. Léo Scheer, 2006), “Résonances du romantisme” (La Lettre Volée, 2005).
ENTRADA LIVRE
================================================================================== ==================================================================================
EDIÇÃO
================================================================================== ==================================================================================

Abissologia Horizonte de Acontecimentos
João Maria Gusmão + Pedro Paiva
Editado em Inglês e Castelhano pela ZDB – Galeria Zé dos Bois em parceria com La Fabrica editorial e Matadero
João Maria Gusmão + Pedro Paiva são artistas que trabalham em dupla desde 2001 no âmbito da arte contemporânea, que têm vindo a construir um consistente e particular projecto autoral. A sua obra compreende a constituição de um modelo ficcional por via do ensaio, que se repercute em peças criadas em diferentes suportes para contextos expositivos. Actualmente desenvolvem o projecto Abissologia, apresentado em diferentes plataformas (PHOTOESPAÑA 08, Madrid; ALLGARVE, Loulé; LA GALERIE-Centre d'art contemporain, Noisy le Sec; MANIFESTA 7, Trentino), sistematizando questões que o conformam.
A Abissologia, ou a ciência que estuda o abismo, é referente a um neologismo encontrado no livro de Rene Daumal La Grande Beuverie, romance satírico com contornos metafísicos. A descoberta deste termo literário, no contexto da prática artística de João Maria Gusmão e Pedro Paiva, reflecte-se numa nova ficção respeitante a um procedimento experimental. Podemos tratar a Abissologia como uma disciplina ficcional com raízes literárias tão diversas como a poesia materialista de Alberto Caeiro, os Atomistas pré-socráticos, Epicuro e Lucrécio, as descrições de isolamento em câmaras de glaciares naturais relatadas por Michel Siffre, ou ainda, as construções filosófico-literárias edificadas por Nietzsche ou Gustav Meyrink.
Abissologia -Horizonte de Acontecimentos, não sendo um catálogo mas um livro de ensaios, planeia associações decorrentes do pensamento desenvolvido, encadeia-as num registo editorial, permitindo uma maior sistematização da pesquisa literária e filosófica associada à obra de João Maria Gusmão + Pedro Paiva. Editado em duas publicações - Inglês e Castelhano, compreende um conjunto abrangente de textos: - Ensaios originais na área da teoria artística e filosófica por: Teresa Velásquez, curadora; Natxo Checa, coordenador do projecto Abissologia Para Uma Ciência Transitória do Indiscernível e curador de Horizonte de Acontecimentos; Marcus Steinweg, filósofo; e pelos próprios autores João Maria Gusmão + Pedro Paiva. - Selecção de um núcleo de textos referenciais dos autores Simon Welfare and John Fairley; Titus Lucretius Carus; René Descartes; John Lock Featuring Isaac Newton; José A. Madeira; R. Potter; David Brewster e Gaspard Monge.
Abissology Horizont of Events /João Maria Gusmão + Pedro Paiva Abissología Horizonte de Acontecimientos /João Maria Gusmão + Pedro Paiva Editados pela ZDB em parceria com La Fabrica editorial e Matadero.
Mais informação ABISSOLOGIA
================================================================================ ================================================================================
LER DEVAGAR na ZDB Sugestão da Semana:
================================================================================ ================================================================================
«Kafka Goes to the Movies» Hanns Zischler University of Chicago Press
Em algumas passagens dos seus diários, Franz Kafka deu conta da sua paixão mal conhecida pelo cinema. Até hoje, os aficionados de Kafka entregaram-se a inumeráveis especulações sobre que filmes teriam influenciado Kafka na sua vida e na sua obra literária. Com este «Kafka Goes to the Movies», sugestão desta semana da Ler Devagar na ZDB, o actor e realizador alemão Hanns Zischler apresenta-nos os contornos da vida cinéfila do autor de «O Processo». Tendo em conta que muitas das idas de Kafka ao cinema ocorreram durante as suas viagens com Max Brod, a pesquisa de Zischler leva-o não apenas à Praga natal de Kafka, mas também aos arquivos fílmicos de Munique, Milão e Paris. Entretanto, o aspecto mais saliente do livro acaba por ser o retrato do próprio Kafka que dele se desprende. Considerado desde há muito uma das figuras mais enigmáticas da literatura, o Kafka que emerge desta pesquisa de Zischler é alguém simplesmente humano. «Kafka Goes to the Movies» oferece um absorvente retrato de um apaixonado e curioso escritor que descobriu e usou o cinema como lugar de alegria e mesmo de escape, como meio de encontro ambivalente com a vida moderna, enfim, como filtro para a transformação do mundo que o envolvia.
 Livraria direccionada essencialmente para arte e pensamento contemporâneos. De quarta a sábado das 18h às 00h rua da barroca 57 . bairro alto . 1200 - lisboa . portugal. 21 347 03 36.
================================================================================== ================================================================================== ================================================================================== ==================================================================================
Serviço educativo ZDB
O Serviço Educativo ZDB é gratuito para os Alunos das escolas públicas primárias pertencentes ao Agrupamento Vertical da Baixa Chiado. 1200 alunos assistem ao longo do ano lectivo em carácter de continuidade às exposições organizadas pela ZDB.
================================================================================== ================================================================================== ================================================================================== ==================================================================================

Programação ZDB Artes Visuais e Performativas Anterior
================================================================================== ==================================================================================
VISITE O NOVO MY SPACE DA ZDB:MY SPACE DA ZDB
================================================================================== ==================================================================================
O Centro Regional da Segurança Social de Lisboa apoia a ZDB A ZDB é uma estrutura que usufrui de apoio financeiro da Direcção-Geral das Artes. A zdb é uma estrutura membro da REDE- Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea .
================================================================================== ==================================================================================
As actividades da Associação Zé dos Bois, salvo as promovidas pelo Serviço Educativo, são indicadas para maiores de 16 anos. ================================================================================== ================================================================================== ================================================================================== ==================================================================================
|
|